No estadão on-line saiu na seção "urbanismo"........
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Terça-Feira, 19 de Agosto de 2008 | Versão Impressa
Prefeitura retira 29 de vão da Ponte Estaiada
José Dacauaziliquá
Vinte e nove pessoas foram retiradas, ontem de manhã, do vão da Ponte Estaiada, junto à Avenida Jornalista Roberto Marinho, no Brooklin, zona sul de São Paulo. Agentes da Subprefeitura de Pinheiros e policiais militares foram mobilizados depois da reportagem publicada pelo Estado e Jornal da Tarde anteontem. Um caminhão cheio de madeiras, papelões, sucatas e colchões foi retirado do local.
O comandante do 12º Batalhão, tenente-coronel Vitor Ivo Fett de Oliveira, responsável pelo policiamento da área, relatou que 15 pessoas do grupo não portavam documentos e, por isso, foram encaminhadas ao 96º Distrito Policial (Brooklin). "Pelo que consta, nenhum deles era procurado pela Justiça. Mas foram apreendidos vários cachimbos e isqueiros (normalmente usados no consumo de drogas), além de uma máquina (sem fio) de débito e crédito encontrada dentro de uma mochila", disse Fett de Oliveira.
À tarde, uma base comunitária móvel, com oito policiais militares, passou a reforçar a segurança na ponte. Além disso, há patrulhamento realizado pela Guarda Civil Metropolitana e por seguranças particulares, que vigiam a ponte 24 horas, por causa do furto de fios de cobre e elementos de iluminação
De acordo com a Subprefeitura de Pinheiros, operações de fiscalização são realizadas de três a quatro vezes por semana. Entre as 29 pessoas retiradas ontem, não havia nenhuma criança. Foram oferecidas vagas em albergues, mas ninguém aceitou. O grupo só pôde deixar o local com objetos pessoais.
mais para participar...
"Não é crime andar sem documentos, mas recusar-se a se identificar é contravenção penal. Se estiver sem documento, forneça ao policial dados que auxiliem a sua identificação."
Retirado do manualzinho do Programa de Apoio Institucional às Ouvidorias de Polícia e Policiamento Comunitário - SEDH/PR
Se bem me lembro, na Audiência do MP dia 14 os comandantes da polícia militar e da GCM falaram da extrema preocupação que as corporações têm em relação à abordagem, negando o que dizia nossa Representação, que se houve violência e abuso foi de poucas laranjas podres.
Pelo visto são umas laranjas no Centro, outras no Brooklin, outras em Santo Amaro...
Quem estiver a fim, terça que vem faremos avaliação de nossa mobilização desde o dia 28.jul até hoje, 19.ago.
EM LISTA...
Absurdo um colchão ser levado embora, sob a alegação de que "só pode levar objetos pessoais". Um colchão não é um objeto? Não é pessoal?
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