Centro de São Paulo ganha diagnóstico turístico inédito

Nesta quinta e sexta que passou já comessou aparceria para tirar a população de rua do triangulo com força truculenta da policia militar.

Na quinta feira na praça da Sé por volta das 20hs a policia mandou as conbis do cape sair e começou a meter espreide pimenta nas pessoas da rua que estava lá querendo ir para o Albergue ,e na sexta feira as 00:06 no largo são francisco eles mandaram desligae a liz e vieram jagando agua e borrachado em quem não queria sair eles estão fazendo isso na calada da noite

Estou indignado hontem nos estivemos movimentos e ONGS E PASTORAL FOMOS LA FALAR COM O NOVO PROMOTOR DO GAEIS NO MINISTÉRIO PÚBLICO NILTON E NOS ALERTOU QUE VAI TOMAR ALGUMAS PROVIDENCIA PORQUE ELE NÃO SABIA DE NADA

Enquanto o secretario da Assistencia for um promotor é claro que eles não vão saber mesmo de nada

A ação do triagulo começou e uma andorinha sozinha não faz verão eu estive lá na quinta mas não pude fazer nada.

pesso ajuda quem puder nos ajudar

SEM MAIS
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Pessoal, muito interessante!! No final copio uma pequena parte do estudo em http://www.cidadedesaopaulo.com/turismonocentro/

Brjs, Eric

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=45119

05/07/2008 - 09:32
Centro de São Paulo ganha diagnóstico turístico inédito

SPTuris comanda projeto "Turismo no Centro", que resultou em um inventário completo de 4.000 itens na região, feito por 800 estudantes de seis universidades .

A Prefeitura de São Paulo – por meio da São Paulo Turismo (SPTuris – empresa de Turismo e Eventos da cidade), com o apoio da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, Subprefeitura da Sé, Associação Viva o Centro, UNIP, UAM, Unicsul, Senac, Cefet e Uninove – apresentou hoje o resultado do projeto Turismo no Centro – Plano de Desenvolvimento Turístico do Centro da Cidade de São Paulo, um inventário com cerca de quatro mil itens que identificou a estrutura de negócios e entretenimento do Centro e gerou um plano de melhorias para a região mais rica historicamente da capital paulista. O plano abrangeu os distritos República e Sé, além de parte do Bom Retiro e Santa Cecília, uma região de 5,6 km² que ganhou um diagnóstico inédito de suas necessidades com a finalidade de desenvolver a economia criativa local e, assim, agregar valor ao destino São Paulo e ao turismo na cidade. A proposta, que surgiu durante uma reunião do Comtur (Conselho Municipal de Turismo), resultou em um banco de dados detalhado sobre as atrações, potencialidades, desafios e ações para o Centro, disponível no www.cidadedesaopaulo.com/turismonocentro. As principais informações também foram reunidas em uma publicação, que será distribuída para os parceiros do programa e demais órgãos e entidades ligados ao desenvolvimento local.

"A região central é fundamental para o Turismo das grandes cidades. Não somente pela história de seus monumentos, ruas, edifícios, riqueza de opções culturais e infra-estrutura urbana. Mas principalmente porque a identidade de um destino turístico passa necessariamente por seu centro, que costuma atuar como referência para as locações que crescem e proliferam à sua volta", afirma o presidente da São Paulo Turismo, Caio Luiz de Carvalho. "No caso de São Paulo, não faltam atrações, mas há muito a ser feito para torná-las ainda mais interessantes para o turista. Afinal, um atrativo sem infra-estrutura e experiências memoráveis não se torna, necessariamente, um produto", continua.

O levantamento foi feito durante um ano e meio por 800 estudantes do curso de Turismo de 6 universidades, que foram a campo para colher as informações, compiladas e analisadas pela São Paulo Turismo. Entre as principais constatações, a confirmação da riqueza de atrativos turísticos – 326 no total, sendo que 81 permitem visitação pública gerada pelo interesse em suas características arquitetônicas e/ou culturais. A região, que equivale a 0,37% do território do município, conta com 17% dos museus e 15% dos teatros da cidade, ou seja, são vários atrações dentro de uma pequena faixa territorial. Também foram levantados outros dados, como acessibilidade para pessoas com deficiência, sinalização, variedade e quantidade de restaurantes, centros culturais, cinemas, espaços para eventos, além de tipos de comércio etc. No Centro estão 546 estabelecimentos entre restaurantes, bares, cafés e padarias, 30% com relevância turística. Além disso, destacam-se os equipamentos de cunho religioso em uma região que comporta 30% dos meios de hospedagem da cidade, correspondentes a 15% da oferta de quartos paulistana. O projeto permitiu ainda traçar um perfil do turista que visita o Centro. A maioria tem entre 30 e 39 anos, vem principalmente do interior de São Paulo e dos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais (entre os estrangeiros, o maior emissor é a Argentina), usa transporte público, permanece em média sete dias na capital, tem o lazer como motivação e gasta por dia de visita à região R$ 227,94. Além disso, 82% afirmam gostar muito do Centro.

Entre os pontos fortes, estão: a variedade de atrações, várias ruas de comércio especializado, variadas opções gastronômicas de qualidade (destaque para rua Avanhandava, Mercado Municipal, Bar Brahma, Terraço Itália, Café Girondino e Bar do Léo), remanescentes históricos e arquitetônicos, facilidade de acesso e infra-estrutura turística. Algumas das fragilidades levantadas que estão relacionadas ao turismo na região: depreciação de alguns bens tombados, dificuldade de circulação e estacionamento, inexistência de sinalização turística (que já começa a ser combatida com a instalação imediata de placas que seguem os padrões internacionais – ver texto acima), limitação do horário e dos dias de funcionamento dos estabelecimentos, pouca estrutura hoteleira para o turista de negócios e resistência do morador em acreditar no Centro como produto turístico.

O estudo aponta ainda as oportunidades já existentes: . Existência de vários programas e ações que visam o desenvolvimento econômico e a requalificação urbana e ambiental da região | . Projeto Nova Luz e Aliança pelo Centro Histórico | . Exposição do espaço pela utilização da região como cenário de novelas, filmes e publicidade | . Crescente interesse das agências de viagens e operadoras de turismo pela cidade | . Consolidação do turismo cultural como importante valor econômico da cidade | . Os pontos fracos identificados são facilmente transformados em pontos fortes.

Ações para o futuro: . Incentivo ao aumento de roteiros e formatação de roteiros temáticos | . Estabelecimento de um programa de melhoria da infra-estrutura receptiva |Implantação da Sinalização Turística | . Articulação, junto à iniciativa privada, para a implantação de um ônibus turístico regular | . Programa de Sensibilização e Capacitação para o turismo | . Implantação de serviços que facilitem o consumo dos produtos e atrativos que o centro oferece | . Diversificação de material promocional | . Desenvolvimento de estratégias de promoção do centro para o público nacional e o paulistano | . Desenvolvimento e comercialização de produtos e souvenirs com o tema São Paulo.

Projeto "Turismo no Centro" - Dados e Fatos: - Distritos contemplados: Sé e República, além de parte do Bom Retiro e Santa Cecília | - Área abrangida: 5,6 km², que correspondem a 0,37% do município | - Envolvimento de 800 alunos de 6 universidades | - 4.000 pontos inventariados.

No Centro: - Mais de 120 estabelecimentos de hospedagem (30% da oferta da cidade) |- Mais de 540 estabelecimentos de alimentação (155 relevantes para o turismo) | - Mais de 300 pontos de atração turística, sendo 81 com visitação interna | - 17% dos museus e 15% dos teatros da cidade | - 38 das 59 ruas de comércio especializado | - 8 estações de Metrô | - 2 estações de trens metropolitanos (4 linhas que ligam 17 municípios) | - 1.000 linhas de ônibus (aproximadamente) | - 92 pontos de táxi | - 23 ruas de circulação exclusiva de pedestres | - Perfil do turista: entre 30 e 39 anos, vem do Interior do Estado de SP, RJ e MG (estrangeiros, da Argentina), permanece 7 dias e gasta R$ 227,94/dia na região. || www.cidadedesaopaulo.com
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Vai uma pequena parte do estudo:

Análise do ambiente
Avaliação dos Atributos (Análise Interna)

A partir das análises apresentadas ao longo do diagnóstico, é possível definir quais são os atributos capazes de posicionar a área de estudo como um produto turístico competitivo na cidade e quais pontos devem ser mais bem trabalhados.
Potencialidades

• Variada gama de atrativos e serviços, concentrados em uma pequena parcela da cidade (0,37%).
• Ruas de comércio especializado e concentrações gastronômicas como a Rua Avanhandava e o Mercado Municipal, são de atração para a região;
• Remanescentes históricos e arquitetônicos de relevância que contam ao turista a história da cidade, sendo por isso, ponto de passagem obrigatório dos roteiros turísticos;
• Espaços alternativos para a realização de eventos públicos e privados ao ar livre vêm sendo palco de importantes acontecimentos culturais da cidade como a Virada Cultural e Natal Iluminado;
• Facilidade no acesso pela ampla rede de serviço público de transporte e grande oferta de táxi;
• Infra-estrutura básica e turística já instalada com possibilidade de ações de fomento de fluxo, sem que para isso sejam necessários grandes investimentos;
• Sede de importantes representantes dos poderes
Legislativo, Executivo e Judiciário, oferecendo uma grande variedade de serviços públicos;
• Envolvimento crescente de diversos setores em relação às necessidades de requalificação da área;
• Significativa quantidade de organizações do terceiro setor, em sua maior parte, ligadas à promoção da questão econômica, social e urbanística, algumas delas com grande força institucional;
Fragilidades

• A qualidade da limpeza pública ainda não está no nível adequado mesmo com os esforços da administração municipal. A falta de conscientização da população e dos empresários contribui para essa situação;
• A falta de segurança ainda inibe uma maior visitação ao centro. Existe uma imagem negativa já constituída que é reforçada pela presença de moradores de rua;
• O grande volume de veículos dificulta o acesso à região. A circulação é dificultada pela fragmentação de vias e pelo grande número de áreas de circulação proibida a automóveis;
• Restrição de circulação e estacionamento de ônibus de turismo em alguns pontos;
• Comércio ambulante não autorizado, principalmente nas ruas de comércio especializado, dificultando o trânsito de veículos e pedestres;
• A necessidade de realização de grandes e custosas reformas para adequar a estrutura dos prédios antigos e
a não disponibilidade de terrenos para construção de novos prédios inviabilizam a instalação de grandes empresas na área;
• Falta de manutenção em alguns pontos de calçadas e vias públicas;
• Inexistência de sinalização turística viária quanto para pedestres;
• Atendimento ao turista incipiente, uma vez que a localização do Central de Informação Turística não é estratégica;
• Existência muitos bens tombados que encontram-se depreciados em função da má conservação, abandono ou ações de vandalismo;
• A oferta turística existente precisa de aprimoramento, em especial na estrutura, atendimento e gestão;
• A qualidade do serviço da maioria dos estabelecimentos de alimentos e no comércio em geral é influenciada pelo baixo nível de escolaridade dos profissionais;
• A hotelaria da região não dispõe de estrutura para atender a grande demanda do mercado corporativo que já vem à cidade;
• Inexistência, para o turista, da imagem do centro como um elemento diferencial da oferta turística de São Paulo.
Avaliação do Macro Ambiente

A análise externa é fundamental para que se entenda de que forma fatores exógenos, muitas vezes incontroláveis, podem contribuir ou prejudicar o desenvolvimento turístico da área estudada. Os itens identificados como oportunidades, servem como alavancadores do processo e devem ser considerados no momento do desenvolvimento das propostas. Por outro lado, as ameaças identificadas devem ser focos de atenção, para que não prejudiquem a implantação e manutenção das ações na região.
Oportunidades

• Inúmeros programas e ações na região, visando o desenvolvimento sócio-econômico e a requalificação urbana e ambiental;
• Crescente interesse por parte das agências de viagens e operadoras de turismo em relação às diversas possibilidades que a capital oferece, e que leva a considerar uma aceitação positiva da demanda por roteiros na região;
• A inclusão da cidade de São Paulo no Programa "65 Destinos Indutores", recém lançado pelo Governo Federal, sinaliza para a priorização de investimentos, que podem ser direcionados para o turismo da região central;
• A inclusão do presente plano no âmbito das discussões do Conselho Municipal de Turismo, do Poder Executivo Municipal, das Universidades e da Opinião Pública, traz para a região olhares diferenciados que podem culminar na implantação das ações propostas;
• A possibilidade de captação de recursos junto ao Ministério do Turismo e à entidades de fomento como o BID, que já atuam no centro, pode viabilizar inúmeras intervenções na região;
• A exposição positiva do espaço pela utilização freqüente como cenário de novelas, filmes, anúncios publicitários
e fotografias;
• A viabilização do projeto "Aliança pelo Centro Histórico" que propõe ações que visam a solução de problemas nas áreas de segurança, zeladoria urbana e limpeza pública podendo solucionar assim grande parte dos problemas listados no diagnóstico;
• Os pontos fracos que foram identificados podem ser facilmente transformados em pontos fortes demandando apenas pequenos investimentos ou mudança na forma de gestão de determinados serviços.
Ameaças

• Redirecionamento dos investimentos públicos e privados para outras áreas da cidade.
• Descontinuidade das ações governamentais nas três instâncias;
• A ausência ou enfraquecimento de uma liderança local que coordene e incentive o desenvolvimento de ações de maneira integrada;
• Não reversão do processo de concentração dos moradores de rua na região, que pode levar à degradação de determinados espaços e ao aumento da criminalidade;
• A falta de idéia de pertencimento da população em relação ao patrimônio dificulta as ações de requalificação da paisagem urbana.
Pressupostos

Para que as ações apresentadas possam surtir o efeito desejado, torna-se primordial que alguns pressupostos básicos sejam alcançados, considerando que são questões cuja solução depende de competências alheias à São Paulo Turismo e, por isso, não são foco de propostas desse plano. Destacando que sem a solução desses apontamentos, toda a atividade turística na região pode ser prejudicada, optou-se por deixar clara a necessidade de se equacionar as questões como a limpeza urbana, segurança pública e a presença de moradores de ruas, como pressuposto básico para o desenvolvimento do turismo no centro.

Vale ressaltar, que qualquer esforço que se faça na região só surtirá o efeito desejado se for realizado sinergicamente. Como já demonstrado em todo o trabalho, várias iniciativas estão sendo empreendidas nessa área e torna-se primordial que os executores conheçam o que todos estão fazendo juntando esforços em prol de um resultado mais efetivo.

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